coletivos em rede e organizações - coro

 


Horizonte Nômade


Ativo desde 2002
Origem: São Paulo – SP
Flavia Vivacqua + Sofia Panzarini



Horizonte Nômade


Actif depuis 2002
Origine: São Paulo SP
Flavia Vivacqua + Sofia Panzarini



HORIZONTE NOMADE

O Horizonte Nomade tem em seu núcleo duas artistas, Flávia Vivacqua e Sofia Panzarini, discutindo o fazer e pensar a arte hoje. Propoem ações que discutem o Homem Global, a possibilidade de pensar a liberdade de experimentação, sempre com uma preocupação sócio político cultural, que leva em conta o outro e seu entorno. Ação artística de conceitos estéticos que leva em conta a ética.

Assim, Horizonte Nomade, se dispoem a criação coletiva, intervenções urbanas e ações culturais que levem ao apronfundamento sobre suas preocupações e pesquisa. Pensar a cidade, suas relações midiáticas, espaciais, temporais, imagéticas, são algumas das propostas já que são questões intrinsicamente ligadas ao homem de hoje.

Tendo clareza da complexidade do processo a que se propoem, encontram no pensar coletivamente uma alternativa. Assim, lançam-se a situações interdisciplinares, trocas de amplos sentidos, deslocamentos e sobre tudo respeito ao outro.

A compreensão do coletivo como fortalecimento de objetivos e potenciais, além da dissolução de problemas e divisão de etapas de trabalho, sem que com isso o individual se dilua, é o próprio desafio do homem global em sua prática na cultura contemporânea. Não se trata de massificação igualitária, enquanto igualdade utópica, mas igualdade de condições e possibilidades geradoras. É o coletivo que afirma a individualidade e a potencializa em direção a uma relação aberta com o mundo.

Acreditamos no potencial transformador da arte. E é pensando nisso que realizamos nossas ações, e em todo o processo que isso envolve, seja na troca das idéias e de conhecimento, seja na discussão dos projetos, na execução deles e nas suas reverberações e desdobramentos.

Existe uma pré disposição natural a troca entre os coletivos, já que já se dispoem a pensar coletivamente e isso nos interessa por seu potencial amplo, assim como a força criada por esta situação. É pensando em toda esta contaminação possível que elaboramos nosso trabalho.