2006
ReverberAções 2006
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“Comunidade, Ativismo e a Cena Dowmtown” – Um documentário independente sobre a cena experimental de Nova York” – Direção: Cristiane Bouger
Fotos: Marcha 02 - Marcha 03 - Marcha 04 - Marcha 05 - Cartaz_commy
“Cinema Manual” – Nadam Guerra

Lançamento do EDITAL REVISTA [In.CorPo.Ro] - Performance

 

Comunidade, Ativismo e a Cena Downtown - um documentário independente sobre a cena experimental de Nova York.
Direção de Cristiane Bouger

Com: Anja Hitzenberger, Charles Dennis (P.S. 122), Dean Moss, Edward Ratliff, Ellen Stewart (La MaMa Experimental Theatre Club) + Ozzie Rodriguez, Guerrilla Girls, Guerrilla Girls On Tour, Jennifer Monson, Joel Bassin (The Wooster Group), Lauren Saffa (Women Center Stage/The Culture Project), Lynn Book (Voicelab), Margarita Guergue, Martha Bowers (Dance Theatre Etcetera), Rosane Chamecki (ChameckiLerner), Tere O'Connor (Tere O'Connor Dance), Wendy Tremayne + Marina Potok + Dawn Ladd. Participação Especial: The Living Theatre. E ainda: Christina Campanella, Lavinia Co-Op, Sharon Jane Smith e Uncle Jimmy's Dirty Basement.

Roteiro, Direção e Fotografia: Cristiane Bouger
Edição e Videografismo: Magno Borgo
Assistência de Edição: Luan Voigt
Consultoria em Fotografia: Tiago Martins Borges
Assistência de Fotografia: Roger Regner
Trilha Sonora Original: Wandula
Tradução: Margarida Gandara Rauen (Margie)
Arte: Roger Regner
Assessoria de Imprensa: Gustavo Bitencourt
Web Design: Anderson Maschio

Apoio: Elide Soares (NY), epa! expansão pública do artista, fictilia.org , Couve-flor – minicomunidade artística mundial, Gráfica Nossa Senhora do Rocio.


Duração: 110'
Idioma: Inglês/Português
Sistema: NTSC
Gravação: Mini-DV
Formato de Tela: 4X3 Widescreen
Som: Stereo
Uma produção independente. Brasil 2006.


Website: www.commny.ato.br


02. Sinopse:

Comunidade, Ativismo e a Cena Downtown é um documentário independente sobre a cena experimental de Nova York. Gravado em 2004, este trabalho representa não apenas uma atualização de fontes, mas um registro do momento político que a cidade vivia no período que antecedia as eleições que reelegeriam o presidente George W. Bush.
Artistas que movimentaram a lendária década de 60 como Ellen Stewart (La Mama) e The Living Theatre, além de Jennifer Monson, Lynn Book, Tere O'Connor, Charles Dennis e Guerrilla Girls, entre outros, apresentam depoimentos sobre as transformações sociais, políticas, culturais e estéticas que a arte, o papel da comunidade, o ativismo feminista, o ativismo político, a AIDS, o punk rock e a economia trouxeram para a cena artística experimental.
Com concepção, direção e fotografia de Cristiane Bouger, este projeto foi realizado como uma forma de compartilhar com sua comunidade artística no Brasil, um olhar intimista sobre a comunidade artística de NY. Questões existenciais, econômicas, sociais e estéticas que revelam uma cena, mas não estão restritas a ela, são aqui compartilhadas, possibilitando através de um recorte geopolítico específico, uma reflexão sobre o papel do artista na sociedade capitalista contemporânea.


03. Release Imprensa (por Gustavo Bitencourt)
>>> se for utilizar, favor alterar com as informações da exibição no ReverberAções.

DOCUMENTÁRIO SOBRE A VANGUARDA
NOVA-IORQUINA TEM ESTRÉIA MUNDIAL EM CURITIBA


Década de 1960. Em todo o mundo explodem manifestações artísticas de vanguarda – a Pop -art instituída por Andy Warhol e a interdisciplinaridade transcontinental do grupo Fluxus (que pudemos ver recentemente em exposição no Museu Oscar Niemeyer). Em Nova York, o Greenwich Village, berço da comunidade artística da cidade, borbulha de idéias, exposições, espetáculos, ações de rua. É o nascimento da dança pós-moderna americana, do movimento off-off-Broadway, da música minimalista.

Em Comunidade, Ativismo e a Cena Downtown - um documentário independente sobre a cena experimental de Nova York, longa-metragem realizado e dirigido por Cristiane Bouger, há um resgate dessa cena nova-iorquina e também os contrastes e alterações que ela vem sofrendo a cada década. O documentário foi em sua maior parte gravado em Nova York, e a edição e finalização foram feitas em Curitiba de forma independente. O objetivo era compartilhar esse registro histórico com a comunidade artística local.

Porém o público que não está familiarizado com esses nomes não precisa ter medo. "Apesar de ter sido pensado com uma finalidade específica, assistir ao filme não depende de nenhum conhecimento prévio", afirma a diretora. "Ele traz uma série de referências e uma grande quantidade de informações, e todos podem sair entendendo um pouco mais sobre a cena experimental de Nova York."

Além de entrevistas, performances e ensaios de artistas como Margarita Guergue, Tere O'Connor, Guerrilla Girls, Anja Hitzenberger, Joel Bassin (The Wooster Group), Ellen Stewart (La MaMa), o filme traz ainda registros de situações recentes, como a grande marcha contra o Partido Republicano e George W. Bush, que ocorreu meses antes das eleições que dariam a ele o novo mandato presidencial.

Essas imagens servem como um contraponto entre o cenário político atual e o da época. Isso porque, segundo Cristiane, "toda aquela cena estava de certa forma ligada a um contexto geopolítico específico, e existia ali um senso de comunidade e ativismo conectado a fatores históricos significativos da época, como a Era Kennedy, a Guerra do Vietnã, o início dos movimentos étnicos e feministas e a militância gay".

Essa noção de comunidade se estendeu à produção do filme, que só pôde ser realizado com a colaboração tanto dos artistas que deram depoimentos e cederam suas imagens, como dos integrantes da equipe técnica e produção, contando, por exemplo, com a arte gráfica criada por Roger Regner, edição de Magno Borgo, tradução de Margarida Rauen (Margie) e trilha sonora composta pela banda Wandula.

A artista – que foi bolsista da Casa Hoffmann em 2003 e que hoje integra os coletivos Couve-flor e e/ou em Curitiba – na época das filmagens participava de uma residência no The Kitchen (NY), e captou em torno de 25 horas de material bruto usando apenas uma câmera de mão. Por conta disso, houve uma preocupação ainda maior com a qualidade da montagem e finalização, para que todos os envolvidos no projeto pudessem ficar satisfeitos com o trabalho realizado. Após a estréia, que acontecerá no Cine Luz, em Curitiba, Cristiane pretende fazer ainda uma nova exibição em Nova York, ainda este ano. Instituições nacionais e internacionais deverão receber cópias do DVD a médio prazo.
04. Cartaz (em anexo)
Arte de Roger Regner


05. Biografia Cristiane Bouger (em anexo)

*********************************
Cristiane Bouger
55 + 41. 3262-6542
www.cristianebouger.ato.br

Sobre o vídeo: Comunidade, Ativismo e a Cena Downtown
www.commny.ato.br

Visite também o coletivo Couve-Flor - Minicomunidade Artística Mundial:
http://www.couve-flor.com/

a revista eletrônica Relâche...
www.fccdigital.com.br/relache

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"Cinema Manual" - Nadam Guerra

 O que se disse...
"Manobras maneiras entre sombra e luz! Lá onde a imagem principia Nadam manda. Muito bem !"
Chacal, poeta

"A idéia formada pela luz e sua ausência, como a estrutura oriental dos teatros de sombra, transposta para a grandiosidade do cinema numa linguagem sonora e visualmente contemporânea."
Luiz Alphonsus, artista plástico

"Dança de luz, dança de imagem, dança de música, dança de efeitos, dança de teatro. Tudo separado e, ao mesmo tempo, unificado. (...) não é mais um corpo que dança, mas um todo que dança"
Juliana Chrispim (Jornal do Brasil, 9/11/0 3- dança /crítica)

"Imagine uma mistura de dança, fotografia, cinema, teatro de animação, pintura e escultura em um só trabalho. Parece demais, não? Mas é o que faz o artista plástico Nadam Guerra em sua mostra Cinema Manual (...)" Bianca Kleinpaul (O Globo on Line, 11/04/03)

“Reinventou minha retina!” Thiago Fernades, artista visual

"Disformes formas formatam-se na fôrma da tela. A escultura de luz irrompe da escuridão e a música é invisível luz ressoando no inconsciente. "Nomear um objeto é suprimir três quartas partes do prazer de adivinhá-lo.” ? Malarmé ? e este Cinema Manual, teatro de iluminadas sombras, é a experiência simbolista visual. Cada imagem caminha em sua própria linha limítrofe de existência. Cada objeto sobrevive violentado, na iminência do indefinível. E as evoluções sonoras, visuais, sensoriais, são como aliterações que tomam conta do espaço gravando na retina absurda história que tem como regente não mais quem manipula as luzes mas sim quem é atingido por elas. História que não mais acontece na tela mas que transforma cada olho em sua própria tela flutuante, dançante íris fulminada, fulminante, cinemática."
Domingos Guimaraens, performer

O Cinema Manual

Cinema Manual é o nome dado a uma série de trabalhos que venho realizando em performance, instalação, objeto, fotografia e vídeo. O foco principal tem sido as apresentações ao vivo (performances). A partir delas obtenho a série de fotografias e vídeos. Utilizando a mesma pesquisa construí instalações e objetos. O Cinema Autônomo e o Cinema Ambulante foram os primeiros experimentos neste sentido. Há também o VJ Manual.
Utilizando e recriando tecnologias óticas ao lado de técnicas milenares de Teatro de Sombra, as performances são compostas pelo método que chamo de Dramaturgia Sensorial. Imagens e sensações justapostas criando uma narrativa não linear, porém envolvente. Espaços imaginários, novas formas de olhar o mundo. Muitas interpretações são possíveis.
A seguir descrevo um pouco das pesquisas acumuladas em cada uma das obras do Cinema Manual.


Ficha técnica (Longa Metragem)
Criação, imagem e performance: Nadam Guerra
Dança: Jaya Pravaz
Músicas: Luiz Eduardo Castelões, Daniel Quaranta e Pedro Luís
Tema final: Luciana Colo e Nadam Guerra
Direção musical: Luiz Eduardo Castelões
Registro fotográfico: Débora 70
Produção: Grupo UM

Ficha técnica (peças curtas)
Criação, imagem e performance: Nadam Guerra
Músicas: Luiz Eduardo Castelões, Daniel Quaranta, Pedro Luís
Registro fotográfico: Débora 70


Necessidades técnicas:
1. Local com escuridão total
2. Tomada 110v


Nadam Guerra nasceu 1977 no Rio de Janeiro. Constrói obra multidisciplinar unindo as artes visuais à dança, teatro, vídeo, poesia, pois acredita que todas as artes são uma só.
Em 2001, apresenta sua primeira performance solo Complexiótica Hermética que é acompanhada da edição de um livro e de exposição com Marco Veloso, Michel Groisman, Franklin Cassaro, Marilá Dardot, Alex Laurentino e Keller Duarte.

Em 2002, inicia o projeto Cinema Manual onde pesquisa sombras de pessoas e coisas criando performances solos e em duo e um espetáculo em parceria com Jaya Pravaz, além de vídeos, exposições de fotografia e do evento Cinema Manual Convida no Espaço Sesc.

Apresentou obras entre outros em: Posição 2004 - Parque Lage; Interferências Urbanas de Santa Teresa; Panorama Rioarte de Dança; Fórum Cultural Mundial - Sesc Vila Mariana (SP); Simpósio Arte e Ciência - FioCruz; Teatro Municipal de Niterói; Cep 20.000 - Teatro Sérgio Porto; Cinemateca do MAM; Cine Art Uff - AnimaNit; Exposição Performance Latino-americana - Universidade Estácio de Sá; Nova Dramaturgia Brasileira - Teatro Carlos Gomes; Porto Alegre em Cena (RS).

Em 2005, apresentou-se no exterior: no México, representando o Brasil nas Jornadas de Performance Latino Americanas no Ex-Teresa Arte Atual (México DF); na França, onde participou de residência com o Coletivo Multimídia 102 em Grenoble, da exposição e seminário Coletivações na Universite Paris 8; e também apresentou performances no Uruguay e na Argentina. Realizou as Exposições individuais Humanogravados, no Instituto Cultural Arte Clara (2005) e Cinema Manual, no Espaço Cultural ESPM (2003).

Em 2006, apresenta a instalação Camadas de Universo em parceria com Domingos Guimaraens no Palácio Gustavo Capanema dentro do PrêmioProjéteis da FUNARTE.

Nadam Guerra
T. 2232 8254
nadam@uol.com.br
Rua Alm. Alexandrino 356/102, Santa Teresa
Rio de Janeiro- RJ. Cep:20241-260

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cartaz - Roger Regner

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